O que move a Yssy a investir em Diversidade e Inclusão?

O que é Diversidade e Inclusão no mundo corporativo?

Em breve, iremos realizar a pesquisa de Diversidade e Inclusão da Yssy. Mas, para isso, é preciso começar entendendo o que é Diversidade e Inclusão.

Os conceitos diversidade e inclusão são complementares. Podemos dizer que a diversidade se refere a um conjunto de características que faz cada indivíduo único. No ambiente corporativo, corresponde a um princípio que passa por seus valores e cultura, enxergando as diferenças das pessoas como um ponto que reúne vantagens para todos.

Quando falamos de inclusão, agregamos o respeito e a valorização dessas características individuais e únicas. Considera-se os diferentes pontos de partida individuais, bem como suas histórias e experiências ao longo da vida.

Tratar a diversidade dentro de uma organização é olhar e enxergar os fatores de construção social, como gênero, etnia, orientação sexual e etc. Em um mercado cada vez mais globalizado, a diversidade em uma empresa vai além de respeitar e aceitar as diferenças individuais de cada um. É fundamental entender que uma equipe com diversos perfis fica mais rica em talentos, melhora os resultados da empresa e contribui para o sucesso empresarial.

A diversidade nas empresas traz resultados financeiros e também ajuda na solução de desafios que não seriam possíveis se todos tivessem as mesmas características e vivências semelhantes. Além também de trazer ganho cultural e contribuir para o respeito ao próximo e uma visão mais igualitária da sociedade na qual estamos inseridos.

Valorizar a diversidade significa estar em sintonia com a Agenda de 2030 da ONU, com os objetivos 4, 5 e 10, acompanhando o movimento natural da sociedade e preservando um ambiente inclusivo.

Assista ao vídeo:

Conheça os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que fazem parte da Agenda 2030 da ONU.

 

Objetivo de tratar a Diversidade e Inclusão na Yssy

Já sabemos que abrir as portas da organização para a Diversidade e Inclusão eleva o capital humano da organização e disponibiliza uma série de pontos de vista diferentes para construir soluções inovadoras. Afinal, perspectivas e experiências distintas servem para formar um repertório amplo, plural e rico, preparado para solucionar questões das mais simples às mais complexas.

O objetivo de tratar a Diversidade dentro da Yssy está relacionado ao respeito às diferenças dos colaboradores, a resolução de conflitos e, consequentemente, ao engajamento de todos. Porque ter a diversidade como um tema relevante para a organização colabora para um ambiente em que as pessoas são mais incentivadas e têm mais abertura para ideias novas, conseguindo assim buscar soluções diferenciadas para problemas do dia a dia. Aproximadamente 76% dos funcionários das empresas que se preocupam com a diversidade reconhecem que têm espaço para expor suas ideias e inovar no trabalho. Já nas empresas que não têm a diversidade como pauta da agenda, esse número cai para 55%.

O reflexo do investimento em diversidade tem impactos em outros temas importantes. Colaboradores que percebem a diversidade como um ponto positivo dentro da empresa são mais motivados, entendem que, ao se esforçarem mais, trazem um ganho para a companhia e para seu desempenho individual.

Além disso, ao investir fortemente em uma equipe multidisciplinar, principalmente em um país onde há uma multiplicidade de raças, religiões e etnias, a Yssy também cumpre seu papel social e incentiva outras empresas a fazerem o mesmo.

Com todos benefícios citados acima, a valorização da diversidade no ambiente empresarial também melhora os resultados finais e os lucros da empresa. Conforme estudo da Organização McKinsey & Company, empresas com diversidade étnica e racial possuem 35% mais chances de ter rendimentos acima da média do seu setor.

 

O que move a Yssy a investir em Diversidade e Inclusão

A Yssy está engajada e investe em Diversidade e Inclusão por acreditar que pode contribuir e mudar a realidade dos temas a seguir.

Vamos entender um pouco do contexto:

 

Liderança entre mulheres e negros

Ao longo de gerações, mulheres e negros também têm lutado por igualdade na sociedade e dentro das empresas. Mesmo com o feminismo ganhando cada vez mais espaço no país, elas ainda precisam enfrentar desafios como as desigualdades salariais, pouca representatividade nas empresas e a violência contra o gênero. Se tratando de uma mulher negra então, tudo fica mais difícil.

De acordo com uma pesquisa da PNAD Contínua, em 2018 o número de mulheres no Brasil é superior ao de homens. Enquanto a população brasileira é composta por 48,3% de homens, é composta em 51,7% de mulheres. Porém, elas representam somente 13,6% das vagas de liderança e recebem 70% da massa salarial obtida pelos homens.

Mesmo após mais de 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, os negros enfrentam a luta pela igualdade, e muitos desses desafios estão relacionados ao mercado de trabalho. Mesmo representando 54% da população brasileira, eles ocupam apenas 4,7% das posições de lideranças nas empresas

Analisando a composição racial, social e de gênero das 500 maiores empresas do Brasil, concluiu-se que, quanto mais se sobe na pirâmide dos cargos, menos representativa se torna a presença de negros e pardos.

 

Situação das mulheres

O Brasil é o 5º país mais violento para mulheres no mundo. A cada 11 minutos uma mulher é violentada.

De acordo com um estudo realizado pelo Fórum Econômico Mundial, no ritmo atual seriam necessários 95 anos para que mulheres e homens atingissem situação de plena igualdade no Brasil.

 

Para refletirmos:

  • A cada 23 minutos um jovem negro é assassinado. Apenas 6% dos negros tem diploma universitário.
  • A ONU afirmou que das 16,2 milhões de pessoas vivendo em extrema pobreza no Brasil, 70,8% são afro-brasileiras.
  • A cada hora um LGBTQ+ é vítima de violência física no Brasil e a cada 26 horas um LGBTQ+ é assassinado. E a expectativa de vida para uma pessoa trans é de 30 anos.
  • A maioria das crianças com Síndrome de Down passa a infância isolada por não ser aceita nas escolas. Jovens não conseguem empregos e idosos ficam em instituições.

Nós queremos a mudança – JUNTOS!